02/07/2018

"CÁNDIDO Y LOS DEMÁS", DE FRAN PINTADERA E CHRISTIAN INARAJA, VENCE O XI PRÉMIO INTERNACIONAL COMPOSTELA PARA ÁLBUNS ILUSTRADOS

A obra apresentada sob o lema "Cándido y los demás" ["Cândido e os outros"], escrita por Fran Pintadera e ilustrada por Christian Inaraja, foi a vencedora - por unanimidade - do XI Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados, organizado pelo Departamento de Educação e Cidadania do Município de Santiago e pela KALANDRAKA. Os seus criadores receberão 9000 euros, como adiantamento de direitos de autor, e o projeto galardoado será publicado no próximo mês de novembro nas cinco línguas peninsulares.

O júri destacou a "variedade e qualidade" dos trabalhos apresentados ao certame, provenientes de 18 países, entre os quais figuram Itália, México, Brasil, Grécia, Grã-Bretanha, Portugal, Rússia, Argentina, Alemanha ou Canadá.

Sobre "Cándido y los demás" assinalou que nele se "valoriza o tratamento da diferença e a diversidade, o olhar de um mesmo para os outros, e dos outros para um mesmo". Também salientou a "contemporaneidade de linguagem e a universalidade temática, o seu estilo direto, coerente, circular e a sua riqueza gráfica, próxima do desenho atual".

Licenciado em Psicopedagogia, diplomado em Educação Social e técnico superior em Integração Social, Fran Pintadera (Las Palmas, 1982) é narrador oral, diretor de teatro social e escritor de literatura infantil. Participou nos principais festivais de narração peninsulares. A sua obra, publicada por várias editoras, foi selecionada pela Fundação Cuatrogatos e pela Fundação Germán Sánchez Ruipérez. Em 2017 recebeu o XIV Prémio de Poesia Infantil La Luna de Aire.

Christian Inaraja (Vic, 1972) dedica-se à ilustração editorial - com mais de uma centena de livros publicados - ao desenho de cartazes, para além de colaborar como desenhador com vários meios direcionados para o público infantil e juvenil. Participou em exposições tanto em Espanha como noutros países. É codiretor do Festival Europeu de Curtas-metragens de Reus, coordenador do departamento de ilustração na Escola de Arte ILLA de Sabadell, e esteve vinculado à direção da Associação Profissional de Ilustradores da Catalunha e do Conselho Catalão para o Livro Infantil e Juvenil.

O júri do XI Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados foi constituído pela ilustradora italiana Arianna Papini, pelo ilustrador e editor Miguel Ángel Fernández-Pacheco, pelo ilustrador Xosé Cobas, pelo vereador de Educação e Cidadania do Município de Santiago, Manuel Dios Diz, por Manuela Rodríguez em representação da KALANDRAKA e María Dolores Casás como secretária.

FINALISTA E MENÇÕES

Para além de eleger a obra vencedora do certame, e após uma longa deliberação, o júri declarou finalista o trabalho apresentado sob o lema "La ensartadora de lágrimas", das italianas Anna Pedron e Franca Perini. Trata-se de "um poema breve que fala da vida e da capacidade para transformar a dor em força positiva", apresentado com imagens "muito sugestivas e elaboradas".

Os membros do júri também acordaram conceder menções especiais às obras apresentadas sob os lemas "Ninguén coma min (autobiografía dun tirano)", de José Ignacio Chao Castro (Corunha) e Eva Sánchez Gómez (Barcelona), e "A cidade conta histórias", de Susana Maria Seixas Alves Matos (Lisboa).

O júri evocou em especial a figura e o legado literário do escritor Xabier P. DoCampo, face à sua perda muito recente, recordando com "reconhecimento e gratidão" a sua estreita colaboração com a organização do Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados, enquanto membro do júri na primeira e na décima edições.

A convocatória para o Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados faz parte da Campanha Municipal de Animação à Leitura organizada pelo Departamento de Educação e Cidadania do Município de Santiago e pela KALANDRAKA desde há 18 anos. Com esta iniciativa pretende-se abordar a leitura, a ilustração e a escrita para o público infantil, para além de desenvolver a sua sensibilidade artística.

Ao longo das dez edições anteriores a quantidade de obras apresentadas ao Prémio Internacional Compostela ultrapassa os 3000 trabalhos. "Perto", de Natalia Colombo; "Um grande sonho", de Felipe Ugalde; "A família C", de Pep Bruno e Mariona Cabassa; "A viagem de Olaj", de Martín León Barreto; "Aves", de David Álvarez e Julia Díaz; "Mamã", de Mariana Ruiz Johnson; "Ícaro", de Federico Delicado; "Depois da chuva", de Miguel Cerro; "Uma última carta", de Antonis Papatheodoulou e Iris Samartzi; e "A horta do Simão", de Rocío Alejandro, são os títulos que fazem parte da história do certame.

30/10/2017

MARGA TOJO GANA EL X PREMIO INTERNACIONAL 'CIUDAD DE ORIHUELA' DE POESÍA PARA NIÑOS CON LA OBRA "CARA DE VELOCIDAD'

El jurado del X Premio Internacional Ciudad de Orihuela de Poesía para Niños y Niñas ha elegido la obra de la periodista y escritora gallega Marga Tojo González, presentada con el lema "Cara de velocidad". El certamen, convocado por la Concejalía de Educación de Orihuela y el sello Faktoría K de la editorial KALANDRAKA, tiene una dotación de 5.000 euros y ensalza la figura y el legado literario del poeta oriolano Miguel Hernández, al cumplirse 107 años de su nacimiento y del que este año se conmemora el 75º aniversario de su muerte.

La obra premiada ha sido elegida por unanimidad entre 113 trabajos procedentes de una docena de países, entre los que figuran España, Argentina, México, Perú, Brasil, Italia o Israel. "Cara de velocidad" ha destacado por la "originalidad y potencia de sus imágenes poéticas, la presencia de un universo urbano embellecido por la fantasía, y la altura lírica de sus composiciones". El jurado también ha valorado la existencia de "referencias musicales contemporáneas" y la capacidad de este poemario para transformar lo cotidiano "en poesía, aventura y juego".

El jurado ha estado formado por la concejala de Educación y Cultura de Orihuela, Begoña Cuartero; los ganadores del certamen en las ediciones octava, tercera y segunda, Juan Carlos Martín, Beatriz Giménez de Ory y Pedro Mañas, respectivamente; la profesora Ana María Lucas y el director de KALANDRAKA, Xosé Ballesteros.

La compostelana Marga Tojo ha colaborado en los medios digitales Praza.gal, Galizaanocero.tv y Eldiario.es, los periódicos El Correo Gallego y Galicia Hoxe -donde coordinó la sección de políticas sociales y el suplemento cultural hasta el cierre de esta cabecera- , la Revistas Luzes y la Revista do Audiovisual Galego. También ha participado en la fundación del proyecto periodístico Dioivo y ha formado parte del equipo del Festival Cineuropa de Santiago de Compostela. Actualmente reside en Madrid y figura en el consejo editorial de Altermundo. Como poeta, es autora de "Últimos bruídos".

La obra galardonada será publicada en marzo -mes de la poesía- de 2018. El poemario de Marga Tojo se sumará a "El secreto del oso hormiguero", "Ciudad laberinto", "Los versos del libro tonto", "Palabras para armar tu canto", "El idioma secreto", "Gorigori", "Donde nace la noche", "Mundinovi" y "Arroz con leche", que son los títulos premiados en anteriores ediciones.

El Premio Internacional Ciudad de Orihuela es uno de los certámenes de creación poética para adultos más importantes del panorama actual de las letras iberoamericanas dirigidas al público infantil: por la difusión de las obras publicadas en las ferias internacionales del libro (Bolonia, Frankfurt, Buenos Aires, México...), por su dotación económica, por la calidad de las ediciones -que se completan con ilustraciones elaboradas específicamente para esos textos- y por formar parte de una colección consolidada, variada en cuanto a la amplia franja de lectores a la que se dirige, y con un atractivo diseño.

15/04/2016

O IX PRÉMIO INTERNACIONAL COMPOSTELA PARA ÁLBUM ILUSTRADO ELEGE UMA OBRA GREGA INTITULADA “O ÚLTIMO DIA”

Os gregos Antonis Papatheodoulou e Iris Samartzi, autores do texto e das ilustrações, respetivamente, foram os vencedores do IX Prémio Internacional Compostela para Álbum Ilustrado com a obra apresentada sob o lema "O último dia".

O valor pecuniário do certame é de 9.000 euros e contempla a publicação do trabalho nas cinco línguas peninsulares pela KALANDRAKA, que colabora com o Departamento de Educação do Município de Santiago de Compostela na convocatória deste galardão.

O júri decidiu, por maioria, que o prémio fosse atribuído a "O último dia", pondo em destaque o "equilíbrio entre a ilustração e o texto, que formam um todo harmónico". Também valorizaram a consistência da narrativa, que "transmite alegria e ternura em simultâneo".

Protagonizada por um carteiro, a história enaltece este ofício "como um elemento de comunicação que favorece as relações entre pessoas e comunidades". Relativamente à proposta estética, destacaram a composição plástica, com predomínio do traço e da colagem, que remete para "uma sugestiva paisagem insular mediterrânica".

Fizeram parte do júri a ilustradora Carme Solé Vendrell, o tradutor e editor Miguel Azaola, a bibliotecária Ánxeles Roca, Manuela Rodríguez em representação da KALANDRAKA, o vereador da Educação e Cidadania, Manuel Dios, o chefe do Departamento de Educação e Cidadania do Município de Santiago, Xosé Manuel Rodríguez-Abella, e Beatriz Rodríguez, do mesmo departamento, na qualidade de secretária.

Anthonis Papatheodoulou (Atenas, 1977) estudou Animação em Atenas e Barcelona, e Literatura Espanhola na Hellenic Open University. Trabalha como tradutor e já publicou vários livros. Recebeu o Prémio de Álbum Ilustrado da Grécia em 2011 e 2012, o Prémio de Álbum Ilustrado da revista "Diavazo" em 2011; algumas obras da sua autoria foram incluídas na lista The White Ravens.

Iris Samartzi (Atenas, 1979) estudou Design Gráfico e Arte. Trabalha como ilustradora de livros infantis e como professora de desenho do 1.º ciclo. Recebeu, entre outros, o Prémio Nacional de Livro Ilustrado da secção grega do IBBY em 2012 com um livro com texto de Anthonis Papatheodoulou, galardão que voltou a arrecadar em 2015. Uma das suas obras também figura na Lista de Honra do IBBY de 2015.

O júri proclamou finalista a obra apresentada sob o lema "Por ali, o infinito" e concedeu uma menção especial ao trabalho intitulado "Nina e Antoine".

Ao IX Prémio Internacional Compostela para Álbum Ilustrado apresentaram-se 240 trabalhos provenientes de 24 países da Europa, América e Ásia.

30/09/2015

EL POEMARIO "TEMPO DE EXILIO" TRADUCIDO POR ISAAC XUBÍN GANA EL I PREMIO ETXEPARE DE TRADUCCIÓN

El poemario "Tempo de exilio", de Joseba Sarrionandia, traducido al gallego por Isaac Xubín y publicado en la colección Tambo del sello FAKTORÍA K, ha ganado la primera edición del Premio de Traducción Etxepare-Laboral Kutxa, convocado por el Instituto Vasco Etxepare. Este galardón, que se ha entregado en Donostia coincidiendo con el Día Internacional de la Traducción, reconoce la calidad del trabajo realizado por Xubín.

"Tempo de exilio" -en edición bilingüe euskera/gallego- es la primera antología poética de Sarrionandia, uno de los principales exponentes de la moderna literatura vasca. El propio autor ha participado en la selección de las composiciones, que abarcan tres décadas de trayectoria literaria.

Filólogo, escritor y traductor, en la actualidad Isaac Xubín es profesor en Sheffield. Es autor de varios libros de poesía, narrativa breve y ha colaborado en publicaciones colectivas. Como docente e investigador, ha elaborado un diccionario gallego-euskera y ha sido lector de lengua y literatura gallegas en el Colegio Universitario de Cork. En su faceta como traductor sobresale por haber recibido el Premio Lois Tobío 2012 de la Asociación Galega de Editores (AGE) al mejor libro traducido por "Alén da fronteira: sete poetas vascos", publicado igualmente en la colección Tambo.

Tambo, bajo la dirección de Luís Rei Núñez, reúne obras de autores gallegos, así como de poetas catalanes y vascos en su lengua original y traducidos al gallego.

El Instituto Vasco Etxepare es una institución cuyo objetivo es difundir la lengua y la cultura vascas por todo el mundo, promoviendo la difusión internacional del euskera y de los creadores vascos en todas las disciplinas, desde la literatura a las artes escénicas, pasando por el cine, la escultura, la pintura o la música.

Con motivo del Día Internacional de la Traducción, KALANDRAKA ha destacado la labor conjunta -a modo de puente entre culturas- con la editorial PAMIELA en la promoción de la literatura, especialmente para lectores infantiles y juveniles, a través de sus coediciones en euskera.

08/08/2015

KALANDRAKA PUBLICA 'DONDE VIVEN LOS MONSTRUOS' EN MAYA

Con el título Te' tu'ux ku kajtal le wáayo'obo', KALANDRAKA ha publicado en maya la obra más conocida de Maurice Sendak, Donde viven los monstruos. Es la primera vez que un libro del prestigioso autor e ilustrador estadounidense se podrá leer en una lengua originaria de América, con traducción de Hilario Chi Canul. El álbum se presentará en la Feria Internacional del Libro Infantil y Juvenil (FILIJ) y en la Feria Internacional del Libro (FIL) de Guadalajara, que se celebrarán el próximo mes de noviembre en México.

Al conmemorarse este 9 de agosto el Día Internacional de los Pueblos Indígenas, Hilario Chi Canul -profesor e investigador de maya en la Universidad de Quintana Roo- ha recordado que aunque se trata del segundo idioma autóctono más frecuente en México, el maya ha perdido hablantes durante las últimas décadas debido a un proceso de silenciamiento intergeneracional en el ámbito de las familias.

Donde viven los monstruos ya está publicado en todas las lenguas de la Península Ibérica; con esta novedosa edición en maya que estará disponible en México a partir de este mes de agosto, KALANDRAKA refuerza su compromiso de ofrecer a todos los lectores la posibilidad de acceder a obras que destacan por su calidad artística y literaria.

Publicada originalmente en 1963, Donde viven los monstruos es un ejemplo de álbum ilustrado perfecto, un referente de la literatura infantil contemporánea y una de las obras más vendidas de todos los tiempos. Los herederos de la obra del autor -fallecido en 2012- han mostrado su satisfacción por esta traducción en maya, por lo que representa para la proyección y la defensa de las lenguas vulnerables.

Desde el pasado año, KALANDRAKA viene recuperando el legado bibliográfico de Maurice Sendak, incluidos varios títulos que permanecían inéditos en español: Al otro lado (Outside over there, 1981) -su obra más personal- es el título que completa la trilogía de relatos oníricos iniciada con Donde viven los monstruos y La cocina de nocheChancho-Pancho (Bumble-Ardy, 2011) fue su última creación, en la que ironizaba y cuestionaba la sobreprotección familiar.

A estos títulos se han unido recientemente los cinco volúmenes de la serie Osito, con textos de la autora Else Holmelund Minarik, ilustrados por Sendak y publicados originalmente entre 1957 y 1968.

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